
Kimber James
Olhamos para a América do Norte e fatalmente vemos aquela enorme terra abaixo do Canadá, lotada de controvérsias e polêmicas mundiais. Podemos criticar o governo deles, a política externa, a crise econômica, as participações nas guerras e até a educação alimentar cultuada no fast-food. Ora, eles se auto-proclamam exclusivamente “americanos” num continente com outros países que dividem a mesma terra de mesmo nome! O mundo pode ter várias razões para entortar o olhar para eles, mas uma coisa é certa: há de se tirar o chapéu para as musas transex que surgem cada vez mais frequentemente na terra do tio Sam.
Como muitas outras coisas derivadas dos caras, as bonecas também influenciam muito o resto do mundo. São fatais, viciantes e, depois de um tempo quando você menos espera, começam a fazer parte de sua rotina. É nesse ponto que você percebe o quanto é dependente dessas deusas gringas. Por mais crítico e anti-estadounidense que uma pessoa possa ser, é difícil abster-se completamente do peso que eles têm sobre os outros países.
Enfim, a questão aqui é simples: os assuntos não se misturam. Os Estados Unidos tem bonecas maravilhosas e ponto. Começaram jovens, recém-ingressadas na vida adulta, aos seus 18 ou 19 anos e, pouco tempo depois, estouraram no mercado trans como musas do pornô transsexual. Nomes que provavelmente você já escutou – se ainda não, com certeza irá em breve – estampando capas de DVDs e sites sobre travestis, essa nova geração de tgatas dos Estados Unidos é de nocautear qualquer tlover no primeiro assalto.
Naturais, puras e femininas, elas tem mais que o necessário para serem estrelas no universo transex. Quem sabe, até podem ser a tão esperada redenção dos EUA… quem ainda não as conhece, basta uma olhada para mudar sua opinião (pelo menos, um pouco) sobre os gringos.

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